domingo, 26 de fevereiro de 2012

COMBANTE A POLUIÇAO SONORA EM MARINGÁ - PARANÁ




A Patrulha do Som, força-tarefa formada por diversos órgãos de segurança de Maringá, promete estender a fiscalização da poluição sonora em de segunda-feira a quinta-feira. Hoje, o serviço é feito apenas de sexta-feira a domingo.
De acordo com o chefe da Guarda Municipal, Paulo Mantovani, a extensão da fiscalização depende da aferição de dez novos decibelímetros – dispositivo que mede a intensidade sonora – no Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Paraná (Ipem).
A ação da Patrulha do Som consiste na detenção de equipamentos que estejam causando transtorno da ordem pública, como carros adaptados com caixas de som e festas em residências, clubes e chácaras.
Participam da força-tarefa a Guarda Municipal e as polícias Civil, Militar e Ambiental. "Até este mês, o grupo contava com apenas dois decibelímetros. Com a aquisição de mais dez, será possível fazer a fiscalização durante toda a semana", afirma Mantovani.
Em 4 meses de atuação, a Patrulha do Som apreendeu 51 veículos e parou 30 festas em residências, clubes e chácaras, que estavam causando perturbação do sossego.

De acordo com o Código Nacional de Trânsito (Contran), o volume máximo permitido no som automotivo é de 80 decibéis – equivalente ao ruído causado pelo tráfego intenso de veículos em uma via.
Um conserto de rock gera volume de 100 decibéis e com 120 decibéis, o ouvido humano começa a doer. Mas em Maringá, há casos em que qualquer ruído pode justificar a detenção do carro. "Pela lei do silêncio, que é federal, é proibido qualquer tipo de barulho depois das 22h", diz Mantovani. "É o período que o enfermo tem para descansar, a criança precisa dormir e o trabalhador, que muitas vezes acorda de madrugada, precisa descansar", comenta.
A Prefeitura de Maringá afixou placas com referência à lei do silêncio em diversos pontos da cidade. A Guarda Municipal mapeou os principais pontos críticos da cidade, onde pessoas param para escutar música em volume excessivo, e reforçou a fiscalização. "São 24 pontos críticos, como o Parque do Ingá, Bosque 2, Praça da Catedral, Vila Olímpica, Bosque das Grevíleas e o Parque do Japão", cita Mantovani.
A Guarda Municipal conta com 12 homens por turno, de dia e de noite, para fiscalizar esses pontos e atender às reclamações recebidas por telefone.
Fonte: www.amigosdaguardacivil.blogspot.com

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