quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Prefeitura apreende 4 mil produtos piratas e ilegais em 6 lojas em Shopping da Avenida Paulista

Um Policial Civil de folga tentou impedir a operação e foi conduzido pelo Delegado da região à Corregedoria da Corporação

Uma operação do Gabinete de Segurança e do Comitê de Combate à Pirataria da prefeitura de São Paulo fiscalizou na tarde desta terça feira (28), seis lojas do "Shopping Pamplona", localizado na Avenida Paulista, 1.217, onde foram apreendidos 3.955 itens piratas, predominando bolsas e relógios, produtos de contrafação/falsificações e de origem duvidosa. Também foi caracterizada no local, a prática de sonegação fiscal, ausência de licença de funcionamento, entre outras irregularidades. As lojas foram autuadas pela Subprefeitura de Pinheiros e deverão ser lacradas pelas irregularidades expostas (ausência de licença de funcionamento e comércio de produtos ilegais). Os proprietários responderão por crimes de contrafação, comercio de produtos ilegais, crimes contra o consumidor, sonegação fiscal, entre outros.
Durante a operação um cidadão se apresentou como responsável pela segurança e policial civil para tentar impedir a operação e, foi encaminhado para o 78º DP, onde foi registrada a Ocorrência. O delegado responsável conduziu o policial para a Corregedoria Geral da Policia para apurar desvio de conduta, ele poderá também responder por outros delitos.
A Guarda Civil Metropolitana, por meio da Inspetoria de Operações Especiais, atuou na intervenção, preservação e apreensões, articulada com demais organismos do Gabinete de Segurança, como Policia Civil, Subprefeitura da Sé, Fazenda Estadual, Fundação Procon, entidades do Conselho Nacional de Combate a Pirataria do Ministério da Justiça, entre outros. O Ministério Público do Estado de São Paulo, por meio do GAECO-Grupo de Apoio Especial de Combate ao Crime Organizado, será informado da Operação pela Secretaria de Segurança Urbana para acompanhar e promover a apurações da sua competência, inclusive face a sucessivas reincidências destes crimes neste estabelecimento.
Texto: Monique Correa Gonçalves


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