terça-feira, 20 de agosto de 2013

Inspetoria Regional de Jaçanã Tremembé realiza SIPAT.

Nos dias 13, 14 e 15 de Agosto aconteceu no CEU Jaçanã, a Semana  Interna de Prevenção a Acidentes do Trabalho, da Inspetoria Regional de Jaçanã Tremembé.
Com o foco na prevenção, o evento contou com preleções e apresentações de Guardas Civis e especialistas discorrendo sobre temas como: a Lei Maria da Penha, a condução segura de viaturas, atendimento de primeiros socorros, regras de segurança  no manuseio de armas de fogo, prevenção a incêndios, comunicação, motivação e relacionamentos entre outros assuntos relevantes para o efetivo.
Além da participação do efetivo da unidade e, de outras Inspetorias do Comando Operacional Norte e demais unidades da GCM, o evento foi abrilhantado pela Banda e o Projeto Criança Sob Nossa Guarda tendo ainda a presença de autoridades e demais convidados no evento.
De acordo com o presidente da CIPA, GCM Acosta esse evento foi muito importante, pois além de enfatizar a prevenção, houve empenho de todos para o êxito do mesmo. Já o Comandante Regional Inspetor Renato Sampaio parabeniza os membros da CIPA e o efetivo da unidade pelo comprometimento e participação na SIPAT.
A Inspetoria Regional de Jaçanã-Tremembé está localizada na Rua Adalto Bezerra Delgado, 210 – Jardim Joamar – e pode ser acionada através do telefones: 153 central e 2262-8265.
Fonte: GCM/SP.
Encaminhado pelo nosso irmão Delei

Tentativa de assalto frustrada...kkk

KKKKKKKKKKKK.
Pode rachar o bico, porque esse foi bem idiota...
Conseguiu se superar.

Fonte: ApoioPolicial

domingo, 18 de agosto de 2013

Irmão de marginal preso confessa crime contra família de Sub Comando de Mairinque (SP)

O irmão do homem preso suspeito da morte de um guarda civil e da esposa em Mairinque (SP) prestou depoimento e confirmou que os dois participaram do crime. Na casa dos dois irmãos, a polícia encontrou uma cápsula de munição do mesmo calibre que atingiu as vítimas. O filho do casal morto continua internado em estado grave.

Guarda civil é assassinado e três PMs são alvejados em São Paulo


Três policiais militares e um guarda civil foram vítimas da violência em São Paulo, entre a noite de sexta (16) e a madrugada deste sábado (17). O guarda foi executado em um bar. Já os PMs sofreram tentativas de assalto. 
Reportagem de Sandro Barboza.

domingo, 11 de agosto de 2013

Legista do caso PC Farias contesta PM de SP e diz que filho de sargento da Rota foi assassinado

O médico legista e professor da Ufal (Universidade Federal de Alagoas) George Sanguinetti, que ficou conhecido por refazer o laudo das mortes do casal Paulo Cesar Farias e Suzana Marcolino e apontar que eles foram assassinados em 1996, afirmou em entrevista ao UOL que o filho do casal de policiais militares paulistas Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13, também foi assassinado junto com os pais.

Marcelo é até o momento o principal suspeito de ter matado o pai, o sargento da Rota (tropa de elite da PM) Luís Marcelo Pesseghini, 40, a mãe, a cabo Andréia Pesseghini, 36, a avó e uma tia avó. Para a polícia, o adolescente cometeu os quatro assassinatos entre a madrugada do último domingo (4) e a de segunda (5), com a arma da mãe, uma pistola .40, e se matou no começo da tarde de segunda, ao voltar do colégio. 

Ao analisar as fotos da sala em que Marcelo e os pais foram encontrados mortos, Sanguinetti foi categórico ao afirmar que a posição do corpo do adolescente não é compatível com a de um suicídio, e sim, com a de um assassinato.

"Há muita clareza nas posições dos corpos, que mostram que os três foram assassinados. Ao fazer os cálculos de corpos com estatura semelhantes à da mãe e do filho, podemos observar que todos foram mortos por outra pessoa", disse Sanguinetti, explicando em um cenário montado com um colchão no chão e um boneco na posição semelhante à qual Marcelo foi encontrado morto.

"A posição em que o corpo do menino caiu, com a mão direita em cima do lado esquerdo da cabeça e o braço esquerdo dobrado para trás, com a palma mão esquerda aberta para cima, não é compatível com a posição de um suicida, e sim, com a de uma pessoa que foi assassinada. A arma do crime também não está no local compatível, que iria aparecer na foto em cima da cama ou próximo aos joelhos do menino", explicou Sanguinetti.

Para ele, a equipe da perícia precisa refazer os cálculos do trajeto dos corpos ao serem atingidos pelos projéteis porque a conclusão está equivocada ao afirmar que o menino assassinou os pais e depois se matou. Ele explicou que não é impossível refazer os cálculos mesmo com o cenário desfeito e que os peritos devem se basear nas imagens para concluir "claramente" que o menino também foi vítim

"Apesar de as pessoas próximas ao menino dizerem que ele sabia atirar, a forma como cada um deles foi morto, com apenas um tiro na cabeça, é de atirador profissional. Por mais que o menino tivesse habilidade, ele iria efetuar mais de um disparo para atingir os corpos dos pais e para se certificar de que eles teriam morrido", argumentou o legista.

Sanguinetti disse que também seguiu os cálculos da medicina legal para afirmar que o corpo de Andreia foi colocado no local em que foi encontrado. Para ele, a policial não foi morta na posição fetal. "A parte do corpo que ficou suspensa na cama corresponde a 15% da massa [corporal da vítima], e o peso restante iria fazer o corpo ser arrastado para o chão. Jamais, ao levar um tiro, o corpo conseguiria se manter em uma posição que a parte mais leve seguraria a parte mais pesada, a não ser que já estivesse com rigidez cadavérica, como podemos observar na foto."

O legista também questionou o argumento de que não foi detectada a presença de chumbo, antimônio, bário e pólvora nas mãos do menino, e que, ao efetuar supostamente os cinco disparos que mataram o adolescente, os pais, a avó Benedita de Oliveira Bovo, 67, e a tia Bernadete Oliveira da Silva, 55, o polegar e a parte dorsal da mão esquerda, obrigatoriamente, teriam algum vestígio.
Legista contesta versão da polícia de SP para chacina de família de PMs8 fotos

Ao analisar as fotos do local em que os corpos de Marcelo e dos pais foram encontrados, Sanguinetti afirma que a posição do adolescente não é compatível com a de um suicídio, e sim, com a de um assassinato. "A posição em que o corpo do menino caiu, com a mão direita em cima do lado esquerdo da cabeça, e o braço esquerdo dobrado para trás, com a palma da mão esquerda aberta para cima, não é compatível com a posição de um suicida, e sim, de uma pessoa que foi assassinada", diz Aliny Gama/UOL

O médico legista e professor da Ufal (Universidade Federal de Alagoas) George Sanguinetti, que ficou conhecido por refazer o laudo das mortes do casal Paulo Cesar Farias e Suzana Marcolino e apontar que eles foram assassinados em 1996, afirmou em entrevista ao UOL que o filho do casal de policiais militares paulistas Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13, também foi assassinado junto com os pais.
Quem é o perito

O alagoano George Sanguinetti é médico legista desde 1971. Também é professor da Ufal (Universidade Federal de Alagoas) nos cursos de medicina e direito, nas disciplinas de medicina legal. É coronel médico da PM de Alagoas. Sanguinetti ficou conhecido por refazer o laudo das mortes do tesoureiro do ex-presidente Fernando Collor de Melo, PC Farias, e da namorada, Suzana Marcolino, ocorridas em 23 de junho de 1996, assinado pelo legista Badan Palhares. O legista também trabalhou nos laudos das mortes da procuradora de Justiça de São Paulo Denise Piovani, supostamente assassinada pelo professor de direito USP Alcides Tomasetti Júnior, marido dela, em 1996. Foi contratado pelas defesas do casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, ambos, condenados pela morte da menina Isabela Nardoni, do goleiro Bruno, apontado na morte da amante dele Elisa Samundio, além de ter atuado no caso do turista inglês Neil Juwwahers, preso por estar alcoolizado e encontrado morto em uma cela da Delegacia de Proteção ao turista de Fortaleza, em 2008, dentre outros casos que tramitam sob sigilo de Justiça em tribunais brasileiros e internacionais. Ele escreveu o livro A morte de PC e Suzana: o dossiê Sanguinetti.

Marcelo é até o momento o principal suspeito de ter matado o pai, o sargento da Rota (tropa de elite da PM) Luís Marcelo Pesseghini, 40, a mãe, a cabo Andréia Pesseghini, 36, a avó e uma tia avó. Para a polícia, o adolescente cometeu os quatro assassinatos entre a madrugada do último domingo (4) e a de segunda (5), com a arma da mãe, uma pistola .40, e se matou no começo da tarde de segunda, ao voltar do colégio. 

Ao analisar as fotos da sala em que Marcelo e os pais foram encontrados mortos, Sanguinetti foi categórico ao afirmar que a posição do corpo do adolescente não é compatível com a de um suicídio, e sim, com a de um assassinato.

"Há muita clareza nas posições dos corpos, que mostram que os três foram assassinados. Ao fazer os cálculos de corpos com estatura semelhantes à da mãe e do filho, podemos observar que todos foram mortos por outra pessoa", disse Sanguinetti, explicando em um cenário montado com um colchão no chão e um boneco na posição semelhante à qual Marcelo foi encontrado morto.

"A posição em que o corpo do menino caiu, com a mão direita em cima do lado esquerdo da cabeça e o braço esquerdo dobrado para trás, com a palma mão esquerda aberta para cima, não é compatível com a posição de um suicida, e sim, com a de uma pessoa que foi assassinada. A arma do crime também não está no local compatível, que iria aparecer na foto em cima da cama ou próximo aos joelhos do menino", explicou Sanguinetti.

Para ele, a equipe da perícia precisa refazer os cálculos do trajeto dos corpos ao serem atingidos pelos projéteis porque a conclusão está equivocada ao afirmar que o menino assassinou os pais e depois se matou. Ele explicou que não é impossível refazer os cálculos mesmo com o cenário desfeito e que os peritos devem se basear nas imagens para concluir "claramente" que o menino também foi vítima.
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Policial da Rota e família são mortos em chacina em São Paulo23 
Em foto de rede social, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13, brinca com medalha no uniforme do pai, o sargento da Rota (tropa de elite da PM paulista) Luis Marcelo Pesseghini, que foram encontrados mortos junto com a mulher do sargento, que era cabo da PM, Andreia Regina Bovo Pesseghini, dentro de casa no bairro da Brasilândia, na zona norte de São Paulo, nesta segunda-feira (5). Além dos três, a mãe da cabo e a irmã dela foram encontradas mortas em outra casa que fica no mesmo quintal. A polícia trabalha com a hipótese de que o garoto tenha atirado nos membros da família e depois se matado Leia mais Reprodução/Facebook

"Apesar de as pessoas próximas ao menino dizerem que ele sabia atirar, a forma como cada um deles foi morto, com apenas um tiro na cabeça, é de atirador profissional. Por mais que o menino tivesse habilidade, ele iria efetuar mais de um disparo para atingir os corpos dos pais e para se certificar de que eles teriam morrido", argumentou o legista.

Sanguinetti disse que também seguiu os cálculos da medicina legal para afirmar que o corpo de Andreia foi colocado no local em que foi encontrado. Para ele, a policial não foi morta na posição fetal. "A parte do corpo que ficou suspensa na cama corresponde a 15% da massa [corporal da vítima], e o peso restante iria fazer o corpo ser arrastado para o chão. Jamais, ao levar um tiro, o corpo conseguiria se manter em uma posição que a parte mais leve seguraria a parte mais pesada, a não ser que já estivesse com rigidez cadavérica, como podemos observar na foto."

O legista também questionou o argumento de que não foi detectada a presença de chumbo, antimônio, bário e pólvora nas mãos do menino, e que, ao efetuar supostamente os cinco disparos que mataram o adolescente, os pais, a avó Benedita de Oliveira Bovo, 67, e a tia Bernadete Oliveira da Silva, 55, o polegar e a parte dorsal da mão esquerda, obrigatoriamente, teriam algum vestígio.
Família de casal de PMs é morta em São Paulo - 15 vídeos
Sargento pode ter morrido 10h antes que família
Neste sábado (10), reportagem exibida pelo SPTV, da TV Globo, revelou que médicos legistas suspeitam que o sargento da Rota foi morto dez horas antes que os outros familiares.

A conclusão dos médicos legistas constará no laudo elaborado pelo Instituto de Criminalística e que deverá ser entregue à Polícia Civil de São Paulo até o meio da semana.

O IC utiliza análise de manchas de sangue para indicar o momento em que o sargento foi morto. Também durante os próximos dias, o instituto deverá concluir o laudo necroscópico das outras vítimas e apontar, por exemplo, se alguma delas havia sido sedada ou se continha vestígios de pólvora.

Também aguardam o resultado de análise de peritos o computador e telefones celulares apreendidos na casa da família. Procurada nesse sábado, a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que "só serão considerados laudos oficiais do caso"
Quem é o perito
O alagoano George Sanguinetti é médico legista desde 1971. Também é professor da Ufal (Universidade Federal de Alagoas) nos cursos de medicina e direito, nas disciplinas de medicina legal. É coronel médico da PM de Alagoas. Sanguinetti ficou conhecido por refazer o laudo das mortes do tesoureiro do ex-presidente Fernando Collor de Melo, PC Farias, e da namorada, Suzana Marcolino, ocorridas em 23 de junho de 1996, assinado pelo legista Badan Palhares. O legista também trabalhou nos laudos das mortes da procuradora de Justiça de São Paulo Denise Piovani, supostamente assassinada pelo professor de direito USP Alcides Tomasetti Júnior, marido dela, em 1996. Foi contratado pelas defesas do casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, ambos, condenados pela morte da menina Isabela Nardoni, do goleiro Bruno, apontado na morte da amante dele Elisa Samundio, além de ter atuado no caso do turista inglês Neil Juwwahers, preso por estar alcoolizado e encontrado morto em uma cela da Delegacia de Proteção ao turista de Fortaleza, em 2008, dentre outros casos que tramitam sob sigilo de Justiça em tribunais brasileiros e internacionais. Ele escreveu o livro A morte de PC e Suzana: o dossiê Sanguinetti

Menor que não gosta de Pm's é apreendido

O envolvimento de menores com o mundo do crime é algo comum na atualidade, quer sejam aliciados por adultos ou por vezes assumindo posição de liderança em grupos marginais. Mas sempre há um componente a mais que surpreende os policiais, como foi o caso de um adolescente de 16 anos apreendido com crack nesta segunda-feira(5), no bairro do Salgado, em Caruaru, que trazia tatuado no braço, em letras garrafais, a incrição: "PM bom é morto".
Foto: PERNAMBUCO
ADOLESCENTES:


 Menor que não gosta de Pm's é apreendido

O envolvimento de menores com o mundo do crime é algo comum na atualidade, quer sejam aliciados por adultos ou por vezes assumindo posição de liderança em grupos marginais. Mas sempre há um componente a mais que surpreende os policiais, como foi o caso de um adolescente de 16 anos apreendido com crack nesta segunda-feira(5), no bairro do Salgado, em Caruaru, que trazia tatuado no braço, em letras garrafais, a incrição: "PM bom é morto".

O menor, que é ex-interno da Funase por porte ilegal de arma de fogo, foi apreendido pelo GOPH 3, do 4º BPM, dos soldados Dos Santos e J. Paulo,  que ao avistar  a viatura na rua Estados Unidos, tentou empreender fuga, porém sem êxito. Com ele foram encontradas quatro pedras de crack no seu short e a quantia de R$ 20 em espécie.  

O infrator afirma residir em Sairé e disse que fugiu de lá para não matar nem morrer, devido a brigas com seus inimigos.  Mas o que chamou mais atenção, além de pouca idade, foi a frase grafada que ele possuía no braço, que traduzia o seu sentimento contra os policiais militares: "PM bom é morto", além de outras, como a que fazia referência a uma torcida organizada do Estado e a de uma caveira utilizada por unidades de operações especiais da PM.
O adolescente foi apresentado à autoridade policial na Delegacia Regional de Caruaru para os procedimentos legais.


Postado por Bartol Neves 

FONTE:patrulhadoagreste.blogspot.com.br
O menor, que é ex-interno da Funase por porte ilegal de arma de fogo, foi apreendido pelo GOPH 3, do 4º BPM, dos soldados Dos Santos e J. Paulo, que ao avistar a viatura na rua Estados Unidos, tentou empreender fuga, porém sem êxito. Com ele foram encontradas quatro pedras de crack no seu short e a quantia de R$ 20 em espécie. 

O infrator afirma residir em Sairé e disse que fugiu de lá para não matar nem morrer, devido a brigas com seus inimigos. Mas o que chamou mais atenção, além de pouca idade, foi a frase grafada que ele possuía no braço, que traduzia o seu sentimento contra os policiais militares: "PM bom é morto", além de outras, como a que fazia referência a uma torcida organizada do Estado e a de uma caveira utilizada por unidades de operações especiais da PM.
O adolescente foi apresentado à autoridade policial na Delegacia Regional de Caruaru para os procedimentos legais.
FONTE:patrulhadoagreste.blogspot.com.br

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

BOMBA - OFICIAIS DA POLICIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO FIZERAM ACORDO COM PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL - PCC -PARA QUE MORRESSEM APENAS OS "PRAÇAS DA PM" , DIZ REPORTAGEM


 


A revista Fórum publicou na última segunda-feira (22) uma entrevista de conteúdo bombástico. 
O tema – grupos de extermínio – por si só já chama a atenção. Mas o que impressiona mesmo são as denúncias feitas na reportagem.
A revista entrevistou dois policiais, a quem chamou de P1 e P2. Eles dizem, entre outras acusações, que os oficiais da PM de São Paulo fizeram um acordo com o PCC para que a facção matasse apenas os ‘praças’ da corporação.
Confira abaixo a entrevista.
 Fórum- Existe grupo de extermínio dentro da PM, no estado de São Paulo?

P1- Sim, existe.

Fórum- Como operam esses grupos?

P1- Como posso falar? 
Existem vários interesses que vem desse pessoal, dos comandantes, de querer algo em troca. 
É muita autoridade que dão para eles. 
Ou seja, ele comanda uma área, essa área é subordinada a ele, que é o chefe, passa atribuições, passa tais serviços e coloca você para trabalhar para outras pessoas. 
É ele que vê para onde a viatura vai ter que se deslocar, quem vê em quais comércios as viaturas vão ficar. 
Se você for contra os ideais do comando, é colocado em um pelotão em que vai ter que fazer alguns serviços desumanos, questão de horas de serviço, a sua escala vai ser pior, é um jogo mental. 
As pessoas que fazem o que eles [comandantes] querem, tem melhor escala, se tornam protegidos.

Fórum- Fazer o que eles querem, é participar de grupos de extermínio?

P1- Isso. Se for o caso, se for chamado para isso. Se você vê alguma coisa e delatar, sua família e você vão correr risco também.

P2- O que você quer saber é o seguinte: Tudo começa com os oficiais, não com a gente aqui embaixo. 
São oficiais, grandões. Quem comanda isso é gente de patente alta, todo mundo está enganado. 
Todo mundo só averigua soldado, cabo, sargento e até um tenente, mas não é, é coronel, é capitão e major. 
A coisa é grande, é gente grande, tem político envolvido no meio.

Fórum- Que tipo de político está envolvido no meio?

P2- Você quer um exemplo? Na minha unidade tem um sargento que é o capanga de um político, ele é o testa de ferro dele. 
Esse cara se tornou o escalante na minha unidade, ele coloca a viatura aonde quer. 
Se os caras vão fazer algum tipo de serviço sujo em determinado local, ele tira a viatura dali e coloca em outro lugar.

Fórum- “Se os caras”? Quem são os “caras”?

P2- Oficiais. Capitão e major. 
Ou mesmo o político. 
Então, é isso que acontece, só gente grande. 
 Se nós fizermos algo, acabou pra gente, estamos numa situação de escravidão. 
Eu e o colega [outro policial presente na entrevista] estamos numa situação de escravidão. 
Estamos passando justamente o que você está perguntando, se a gente não participa [grupos de extermínio], a gente não presta.

Fórum- Vocês já participaram?

P2- Não e não quero.

Fórum- O que acontece com quem se recusa a participar dos grupos de extermínio?

P2- Sofre como estamos sofrendo: tortura psicológica, escalas, eu fui trancado numa sala, fui trancado por um sargento, porque estou afrontando um oficial, e ele é o braço direito desse oficial.

Fórum- Mas já te intimaram a participar desses grupos?

P2- Já. Você não tem noção do que é isso aí, é uma máfia, pior do que o PCC. 
Você não tem noção do que é isso aí por dentro.

Fórum- Que tipos de interesses estão por trás desses grupos?

P1- Começa com uma coisa de injustiça. Os policiais percebem que estão fazendo a coisa certa, mas os bandidos estão sempre saindo pela porta da frente. 
Aí começa o seguinte, a pessoa quer fazer justiça com a própria mão, aí a pessoa perde aquele ideal de proteção à sociedade e passa a oferecer perigo. 
Tem o envolvimento com o comércio, se torna um negócio, porque o cara tá precisando de um “serviço” e falam “ah, tem um cara aí que faz”, aí o cara já matou 10, 12, 15, começa a se tornar esse comércio de vidas.

Fórum- Estamos vendo chacinas nas periferias da cidade e na Grande São Paulo. Não me parece que a motivação seja só comercial.

P2- Aí o problema é social e de governo. O governo tem autoridade para dar aumento para os “polícia”, dar rádio, armamento, comunicação, mas ele não faz. 
O governador não gosta de polícia, ele só pisa em polícia. 
O “polícia” está na rua imprensado, o povo não gosta de polícia e o governo não ajuda, é confronto direto, o que o camarada faz? 
“Não tem jeito, vou ter que partir para aquilo, vou ter que fazer”, e aí começa. 
Mata um, mata dois, mata dez.

Fórum- Ganha gosto em matar?

P2- Tem gente que mata por gosto e tem gente que mata por necessidade. 
Veja bem: esse sargento que eu falei corre com gente errada, vagabundo e político. 
Aí ele ganha poder e ameaça os policiais da corporação. 
Chega na gente e fala: “Você tem filho e você tem pai, vou te matar”. 
“Ah, o senhor vai matar?”. 
Antes de o cara me matar, eu mato ele. 
Aí começa. 
Aí é um negócio que não para mais, porque aí você precisa matar outro, e outro, e não para mais. 
E tem aqueles que fazem por dinheiro. 
Esse sargento ameaçou de morte onze pessoas, tem uma firma em que o cara contratou ele. 
Funciona assim, o dono da empresa não quer pagar os direitos dos funcionários, ele contratou uma policial feminina e um policial, e eles foram nessa firma. 
Tem uma sala para eles, eles foram fardados e de viatura. 
O sargento recebe os funcionários, coloca a arma na cabeça e fala: “Se você não pedir a conta, eu mato você”, e ele mata mesmo. Esse cara não trabalha na rua, trabalha “interno”.

Fórum- Porque vocês acham que morre tanto negro na periferia?

P1- O que acontece é o seguinte, a Polícia Militar de São Paulo é uma instituição forte, em que todo mundo tenta cumprir o certo. Isso que está acontecendo são pessoas de má índole que estão querendo acabar com a instituição. 
Mas veja bem, quem teria que fazer as coisas, não faz, foram lá fazer acordo com o PCC, com o Marcola. 
É uma instituição que tem como melhorar, mas as pessoas de patente alta não ajudam, não é todo mundo, não podemos generalizar.

Fórum- Como atua um grupo de extermínio?

P2- Os “patente alta” têm uma equipe deles, de Força Tática, de RP, ou de Administração, eles têm os caras de confiança. 
Então, o que acontece, ele é o escalante, coloca uma viatura onde quiser, sai e manda o pessoal fazer o trabalho e tira as viaturas de perto.

Fórum- Então, se determinado oficial quer fazer uma ação em determinada área, ele tira as outras viaturas da região para poder atuar?

P2- Isso. Mas é só nego grande, não é gente pequena. 
Sargento é pequeno, essa máfia é coisa pesada.

Fórum- O que vocês sentem, quando veem a forma como a Polícia Militar vem sendo tratada, com tanto descrédito?

P2- Eu sinto pena, porque entrei na polícia para ser polícia, não vagabundo, vagabundo tem demais na rua. 
Então, assim, estou indignado porque o certo é errado, e o errado é certo e isso está prevalecendo, ou seja, estou sendo acusado por oficiais de fatos que não cometi, não tenho como provar, estou dependendo de advogados, pagando esses advogados.

Fórum- Tudo isso porque não quis participar desses…

P2- É. Eu fiz o certo, fiz tudo que está na lei, afrontei um oficial grande, que não gostou de minha atitude. 
Estou sendo perseguido, humilhado, não tenho escala, sem ambiente social, estou sendo ameaçado e passando necessidade na minha casa.

Fórum- Quando o governador do estado coloca alguém que já comandou a Rota e que tem algumas mortes nas costas, para comandar a Polícia Militar, vocês sentem que, de alguma forma, quem está dentro pode entender que é uma carta branca para matar nas ruas?

P2- De todo jeito tem [essa carta branca], com ou sem ele.

Fórum- Existem grupos de extermínio fora da capital e Grande São Paulo?

P2- Sim, mas a maior pegada é na Baixada Santista, a Baixada é pior.

Fórum- A corregedoria e a Polícia Civil investigam o que acontece internamente, na Polícia Militar?

P2- Só soldado e cabo. 
Foi o que eu falei, se eles fizessem um pente fino nos oficiais, vocês iriam se surpreender, não têm noção do que acontece ali dentro.

P1- Vocês sabiam que em 2006, quando começaram os ataques do PCC, os oficiais alugaram quartos em um determinado hotel de Sorocaba e ficaram se protegendo lá, enquanto que o policial e sua família estavam morrendo?

P2- Presta atenção em algo: o governo quer colocar a população contra a PM. Ele quer, não, está conseguindo fazer isso.

Fórum- Como fica o policial que tenta ser correto, ao ver tantos policiais que estão morrendo na rua?

P2- Revolta. É desmotivação.

P1- Seus ideias começam a se perder. Como vou dar segurança para a sociedade, se estou correndo risco de morrer? 
Começa a ocorrer uma guerra interna na corporação. 
Pô, você sai para fazer o patrulhamento e a cabeça fica pensando na mulher que tá em casa, no filho na escola.

Fórum- Qual o perfil do policial que atua em grupos de extermínio?

P1- Calmo, bem sossegado, você nem imagina que ele seja capaz de fazer esse tipo de coisa.

P2- E é oficial, patente alta.

Fórum- Se não partir do governo ou da Secretaria de Segurança Pública, não haverá mudança?

P2- Não terá. 
Ou o governo limpa o alto escalão da PM, ou vocês não vão conseguir acabar com os grupos de extermínio. 
Tudo vem de lá, lá de cima. 
Ou limpa-se o alto escalão da PM, ou não haverá jeito.

Fórum- Nunca houve, dentro da unidade, uma tentativa de denunciar e se levantar contra tudo isso?

P1- Estamos sufocados, não tem como. 
Se você abrir a boca, vai para o Presídio Romão Gomes, direto.

Fórum- Vocês pensam em sair da polícia?

P2- Várias vezes.

P1- Bastante.

Fórum- E porque vocês ficam?

P1- É a vontade de fazer o correto, ainda acredito no ideal da Polícia Militar. A coisa mais gostosa do mundo é quando alguém está passando uma necessidade e você pode ajudar, aí depois a pessoa te procura e agradece pelo que fez.

P2- Para que você tenha uma ideia do que estamos sofrendo. Você já pesou na balança que o que esses oficiais querem é a mesma coisa que o PCC quer? 
Você já parou para pensar que os policiais que morreram é tudo praça? 
Não tem oficial. 
Por que? 
O que nos chegou é que o acordo determinava que morressem somente praças (patentes baixas) e em dia de folga. Sabe por que? 
Para o governo não pagar os R$ 100 mil que a família tem direito, porque se morrer fardado tem que pagar o seguro que é R$ 100 mil.

Fórum– O comando da Polícia Militar, hoje, faz parte desse contexto do crime organizado em São Paulo?

P2- Ele é o cabeça do crime organizado. É simples: o comandante da Polícia Militar, como ele visa lucro? 
Multa. A Rodoviária (Polícia) tem uma meta de multa, se não fizer aquele número ele tá fodido. 
Se não fizer, é cana.

Fórum– Vocês identificam que no comando da Polícia existem pessoas que enriqueceram em um nível que não é compatível com o que ganham?

P2- (risos) Um monte.

P1- Eles têm motorista particular. Tem notebook, celular, Nextel, carro, que ganham de parceiros, tudo de graça.

Fórum– O que vocês pensam da Rota?

P2- É um mal necessário. Porque o governo descambou, desmoralizou a Polícia Militar. 
A Rota chegou ao extremo, em sua atuação, devido ao comando. O governo usa a Rota como se fosse escape, perdeu o controle.

Fórum– A PM é treinada para proteger ou matar?

P2- Hoje, para porra nenhuma. Nem treinamento temos, nem bota para trabalhar eu tenho.

Fórum– O Tribunal de Justiça Militar intimida alguém? Como é a atuação do TJM?

P2- Só tem coronel lá dentro. 
Qual deles tem curso de Direito? Alguém é promotor ou juiz lá? 
Quantos policiais inocentes, que não quiserem pertencer a máfia foram parar lá e eles condenaram? 
Para que existe isso, esse TJM? 
Para o alto comando não existe lei, a lei é eles. 
Eu quero saber porque oficial não é mandado embora da PM quando comete um crime? 
Porque o soldado é expulso e condenado, enquanto o oficial é transferido?

Fórum– O auto de Resistência Seguida de Morte está sendo usado da forma correta ou banalizou?

P1- Até a gente lá dentro desconfia.

P2- Está tão na cara que não é verdade, que não tem mais quem acredite. 
Se os oficiais inventarem esse teatro para se proteger, nada acontece. 
Porque a corregedoria da Polícia não investiga policiais? Oficial ganha R$ 20 mil por mês? 
Ganha carro? 
Eu soube que oficiais ganharam carros da Honda. 
Por que a corregedoria não bate pesado lá em cima?
Fonte: Blog Ronald Coelho

terça-feira, 30 de julho de 2013

Guarda Civil Metropolitana apreende adolescente com 49 pinos de cocaína e outras drogas

Na última quarta-feira (17/07), a Guarda Civil Metropolitana apreendeu um adolescente com quarenta e nove pinos de cocaína, vinte e quatro pedras de crack, quinze trouxinhas de maconha, cinco frascos de lança-perfume e R$108,25.
A ação ocorreu durante uma ronda escolar, próxima à EMEI Alfredo da Rocha Viana Filho e à EMEF Cecília Meireles, na região da Penha, zona leste da cidade.
Os guardas visualizaram o jovem, que num segundo momento estava acompanhado por outro homem, agindo de forma suspeita. Durante a abordagem, eles afirmaram serem usuários de drogas.
Os dois foram levados ao 10º Distrito Policial, onde foi registrada a ocorrência.
O jovem foi devolvido à guarda de sua madastra, para posterior apresentação na Vara da Infância e Juventude. O outro homem, que era maior de idade, foi liberado.
A atuação da Guarda Civil Metropolitana evitou que os entorpecentes entrassem nas escolas do bairro.

sábado, 27 de julho de 2013

STF cria jurisprudência para aposentadoria especial de servidor



O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a concessão do benefício de aposentadoria especial ao servidor público que ingressar na Justiça pleiteando o direito. Assim como acontece com os trabalhadores da iniciativa privada expostos a agentes nocivos à saúde ou a atividades que põem suas vidas em risco, os servidores municipais, estaduais e federais nessas condições poderão se aposentar 10 anos mais cedo.
O direito, na verdade, está previsto na Constituição Federal de 1988, em seu artigo de nº 40. No entanto, espera até hoje uma regulamentação por parte do Congresso Nacional. A lentidão dos legisladores obrigou a ministra Carmen Lúcia a editar o acórdão de nº 4842.
"O servidor, se receber uma recusa do órgão em lhe conceder o direito, pode ingressar na Justiça com o chamado mandado de injunção e ter o benefício concedido. O STF criou a jurisprudência em favor do servidor", resume o advogado previdenciário Rômulo Saraiva.
Estão enquadradas entre as profissões aptas a pleitear pelo benefício médicos, dentistas, auxiliares de enfermagem, engenheiros, guardas municipais, policiais (civil, militar, federal, rodoviário), operadores de raio-x e químicos. E também todos aqueles que trabalham com agentes nocivos (ruído, calor, fungos, radiação ionizante, frio, eletricidade, combustível, etc).
"É preciso, no entanto, estar munido de provas. Muitas vezes, há uma gratificação por insalubridade. Nesses casos, o contracheque deve ser guardado. Ou ainda prontuários médicos que atestem doenças provocadas pela atividade", complementa Saraiva. Há situações, entretanto, em que o direito não se aplica. Um médico que atue estritamente em áreas administrativas não tem. Já um plantonista ou cirurgião possui.
Em tese, pode ser solicitado à administração pública um Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), formulário que destrincha a atividade e todos os riscos envolvidos nela. "Mas como o histórico de 25 anos é de não haver um monitoramento biológico, por exemplo, os órgãos públicos simplesmente podem não dispor de elementos para elaboração do PPP", salienta o advogado.
Diferentemente dos trabalhadores da iniciativa privada, o ganho econômico não é direto com a redução de 10 anos de contribuição. Mas o fato de isentar o servidor de uma década de salário descontado, recebendo aposentadoria e podendo atuar em outra área ou abrir um negócio próprio mostra que há fortes vantagens financeiras indiretas.
Fonte: www.servidorfederal.com

Agentes da Guarda Municipal efetuam a 1ª prisão por meio do Botão do Pânico



Agentes da Guarda Municipal efetuam a 1ª prisão por meio do Botão do Pânico.

Patrulhas Maria da Penha fazem o atendimento às mulheres que contam com o Botão do Pânico
Agentes da nova Guarda 24 horas efetuaram nesta quinta-feira (25) a primeira prisão por meio do Botão do Pânico. Uma moradora do bairro Jabour que conta com medida protetiva contra o ex-companheiro acionou o dispositivo às 17h18, após sentir-se ameaçada pelo homem.
Agentes comunitários que atuam nas patrulhas Maria da Penha receberam o alerta em seus smartphones e localizaram o endereço da mulher via GPS. Em sete minutos, quatro viaturas chegaram ao local. O suspeito estava na casa da mãe – a cerca de 300 metros da casa da vítima - e foi detido, sendo encaminhado para a Delegacia Especializada da Mulher, em Vitória.
A mulher acionou o dispositivo após ver que o homem estava fotografando o imóvel dela e a ameaçava de entrar no local. Como ele não se afastou, ela disparou o Botão do Pânico.
Acionamento
O sistema de acionamento do dispositivo junto à Guarda Municipal, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Tecnologia Preventiva (INTP), funciona na Central de Videomonitoramento. Assim que acionado, o botão envia um sinal à central, que dispara o alarme em um dos computadores. Nesse momento, os operadores passam, via rádio, a localização da vítima para o atendimento imediato.

Papa Francisco abençoa a bandeira da Guarda Municipal do Rio de janeiro

A cerimônia de entrega da chave da cidade ao Papa Francisco e a benção das bandeiras Olímpica e Paralímpica, realizada nesta quinta-feira, dia 25, no Palácio da Cidade, ficará marcada para a Guarda Municipal do Rio de Janeiro e, em especial, para a guarda Adriana Oliveira, 47 anos. A integrante da equipe de Cerimonial da Guarda deixou o protocolo um pouco de lado e pediu ao Santo Padre para abençoar a flâmula da Instituição.
Antes, o Pontífice recebeu de presente durante a cerimônia uma bandeira da Guarda idêntica à abençoada. O Papa já havia embarcado na viatura que o levaria à comunidade de Varginha quando a GM se aproximou. Em mais uma demonstração de humildade e de aproximação com o povo, o Pontífice não apenas abriu a janela do carro, mas a própria porta e abençoou a flâmula e a guarda. 
“Ele perguntou se era a bandeira dele. Eu disse que era outra e pedi para ele abençoar. Depois pedi para beijar a mão dele. E ele também permitiu”, destaca Adriana, que só lamentou o fato de estar com luva (uma exigência do protocolo de carregamento das bandeiras olímpica e paraolímpica) e não ter tocado diretamente a mão do Santo Padre.
“Ele é um representante de Deus. Fiquei muito emocionada com a simplicidade dele”, afirma Adriana.
*Em tempo, os guardas municipais que integram a Guarda de Honra da GM-Rio são os guardiões oficiais das bandeiras Olímpica e Paraolímpica. Por isso, participaram da cerimônia.
Extraído da pagina do Facebook GCM

Novas viatura da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo


Fotos extraído do Facebook Marcelo de Souza

sexta-feira, 26 de julho de 2013

CONCURSO DETRAN-SP: As inscrições começaram no dia 22 de julho

No próximo mês, o Detran.SP abrirá concurso público para contratação de profissionais em todo o Estado, conforme edital publicado na edição de quinta-feira, 27 de junho, do Diário Oficial do Estado.
Das 1.200 vagas oferecidas, 600 serão para oficiais de trânsito (nível médio), com salário inicial de R$ 1,8 mil, e outras 600 para agentes de trânsito (formados em qualquer curso de nível superior), com vencimentos de R$ 4,5 mil. Cinco porcento das vagas estarão reservadas a pessoas com deficiência.
Fique atento! As inscrições começam às 10h do dia 22 de julho e poderão ser feitas até as 16h do dia 16 de agosto, no site http://www.vunesp.com.br/
Para quem doa sangue habitualmente, uma boa notícia: isenção da taxa de inscrição! Cidadãos regularmente matriculados no ensino médio, curso pré-vestibular ou superior poderão ter 50% do valor reduzido, desde que estejam desempregados ou recebam até dois salários mínimos.
Confira as condições para estas solicitações, taxas de inscrição, realização das provas e demais informações no site do Detran.SP: http://detran.sp.gov.br/

AVISO IMPORTANTE PARA AS GUARDAS MUNICIPAIS

A Secretária Nacional de Segurança Pública, Dra. Regina Miki, assinou no dia 17 de julho o termo de abertura que torna público o período de 1º a 30 de setembro de 2013 para adesão dos municípios à Rede INFOSEG. O convênio entre o Ministério da Justiça e os municípios será regulado pela Portaria nº 48 de 27 de agosto de 2012 e viabiliza o acesso das Guardas Municipais aos dados de Indivíduos, Carteira Nacional de Habilitação e Veículos, informações indispensáveis para a formulação de planos e programas na área de Segurança Pública.
Guardas Municipais - Para maiores informações: cgi.guardamunicipal@mj.gov.br ou pelos telefones: (61) 2025-9519 ou (61) 2025-3944.
Extraído do Facebook  João Alexandre Santos.

Qual o destino das armas entregues na Campanha do Desarmamento?


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Poucas pessoas sabem que a Campanha do Desarmamento é permanente, o que equivale a dizer que a qualquer tempo o cidadão pode entregar sua arma em um dos mais de 100 postos da capital (35 dos quais em inspetorias da Guarda Civil Metropolitana) recebendo para tanto uma indenização que varia de 150 a 450 reais dependendo do tipo da arma.
Menos pessoas ainda sabem o destino das armas de fogo e munições entregues na Campanha do Desarmamento. Por conta disto, integrantes do Comitê de Controle de Armas e Desarmamento, grupo de trabalho integrante do Gabinete de Gestão Integrada Municipal, acompanharam no último dia 12 de junho uma destruição de armas realizada pelo Exército Brasileiro.
Pelo Estatuto do Desarmamento a responsabilidade pela destruição de armas é do Exército Brasileiro, tanto para as armas entregues na Campanha do Desarmamento (no Estado de São Paulo mais de 160 mil desde 2005) quanto para armas apreendidas com envolvimento em crimes. Em São Paulo, esta responsabilidade está a cargo da Depósito de Suprimentos do Exército localizado em Barueri.

O procedimento é cercado com os cuidados que o assunto exige. A relação de armas a ser encaminhada por cada instituição é previamente enviada ao Exército e no dia da destruição chega em lotes para posteriormente ser conferida individualmente (por testemunhas de ao menos 2 instituições) antes de ser levada à máquina trituradora. Os resíduos das armas são transportados à uma Siderúrgica para derretimento do material e todo o processo é filmado do início ao fim.
O 2º Comando do Exército (responsável pelo Estado de São Paulo) aperfeiçoou com o tempo a destruição. Por ter adquirido recentemente máquina própria, aumentou sua capacidade de destruição, melhorando a segurança e reduzindo não só custos, como também tempo. Esta unidade realiza em média 2 destruições por mês, podendo ampliar de acordo com a necessidade já que o equipamento tem capacidade de destruição de 2 toneladas de armas por dia. Este ano é possível que atinjam a marca de 900 mil armas destruídas (desde 1992).
Representantes do Instituto Sou da Paz e da Secretaria Municipal de Segurança Urbana acompanharam todo o procedimento de destruição de 134 armas e 1.157 munições recebidas na Campanha do Desarmamento pela Guarda Civil Metropolitana. Dentro destas havia revólveres, pistolas, metralhadoras e também um fuzil AR-15, todas entregues em postos desta instituição que na cidade de São Paulo é a que mais recebe armas e munições, desde 2009 já foram mais de 5 mil armas. 
O Secretário Roberto Porto da Secretaria Municipal de Segurança Urbana recebeu com satisfação a informação do novo equipamento do Exército.
“Pelo relato da nossa equipe que acompanhou a destruição o novo equipamento do Exército traz agilidade e segurança para a destruição das armas dentro de suas próprias instalações.”
A Diretora do Instituto Sou da Paz Luciana Guimarães elogiou o trabalho do Comitê de Controle de Armas e Munições da cidade de São Paulo: “são iniciativas como esta aliadas à preocupação do Exército que permitem trazer transparência e confiança ao processo de destruição de armas”
No site www.entreguesuaarma.gov.br  é possível localizar o posto de recolhimento mais próximo de sua casa.

Guarda Civil Metropolitana lança projeto social: “Cante com a Guarda”

Nos próximos dias 23 e 25 de julho, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, por meio da Guarda Civil Metropolitana, iniciará um novo projeto social na cidade: o “Cante com a Guarda”, voltado às pessoas em situação de rua e dependentes químicos.
A iniciativa, que tem parceria com as Secretarias Municipais de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) e de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), busca a reinserção social dos grupos acima, através da música e dentro das propostas do programa “Crack, é possível vencer” do Governo Federal.
Nesse projeto inovador, os membros do Coral da GCM ensinarão, entre outros temas, trabalhos rítmicos e saúde vocal aos freqüentadores do Complexo Prates, localizado na região da Luz.
Esse centro especial de acolhimento conta com Espaço de Convivência para Adultos; Abrigo para menores; Centro de Acolhida 24 horas; Centro de Atenção Psicossocial III Álcool e Drogas (CAPS III AD) e Assistência Médica Ambulatorial (AMA) 24 horas.
Inicialmente, o projeto será voltado apenas aos freqüentadores do Complexo Prates. De acordo com a aceitação do público, ele poderá se estender a outros centros de acolhida da capital paulista.
O “Cante com a Guarda” é mais uma ação da Secretaria Municipal de Segurança Urbana, baseada nos princípios de guarda comunitária, que busca uma aproximação cada vez maior entre a GCM e a população.


Coral da GCM
Foi idealizado em setembro de 2001, pela Inspetora Regional Lídia Maria de Gouvêa, com o apoio do ex-comandante Geral da GCM, Joel Malta de Sá, que na época era Comandante Operacional Leste. Por sua vez, ele convidou o GCM Davi Bastos dos Santos, devido a sua formação musical, para organizar um grupo na corporação.
As atividades do Coral se deram a partir do primeiro ensaio, em uma sala emprestada da Universidade Cruzeiro do Sul, no dia 24 de outubro de 2001, após um processo de seleção dos voluntários.
Atualmente ele é composto por 23 integrantes e é regido pelo Classe Distinta José Carlos Milanez e pelo GCM Davi Bastos dos Santos, ambos com habilitação em canto lírico.
Desses vinte e três membros, quase a metade do grupo é a mesma desde a sua criação, além do regente Davi Bastos. São eles: Jair Vieira, Jeremias Bonfim, Marta Aparecida dos Santos, Keli Cristina da Silva, Claudia Fernanda Cordeiro, Sandra Regina Mota, Rosimeire Barros, Glaucia Leite e Eliana da Cunha.
O Coral da GCM já fez apresentações em hospitais, escolas públicas (CEI, EMEI e EMEF) e casamentos comunitários da cidade. Em média, ele faz cento e cinqüenta apresentações durante o ano, e o repertório inclui músicas em inglês, alemão, latim, espanhol e dialetos africanos e indígenas.
Aberto a todos os integrantes da GCM, os membros do Coral são selecionados através de testes de aptidão teórica e prática, na Divisão de Esporte e Cultura da GCM.
Vale ressaltar que, quando os guardas não estão empenhados em apresentações ou ensaios, eles desenvolvem atividades técnicas operacionais, nas diversas regiões de São Paulo.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Guardas Civis Metropolitanos da Inspetoria Consolação Pacaembu Prendem em Flagrante Autor de Roubo.‏

Em 21/07/2013 por volta das 17h 30m, a Guarnição da VTR 70622 Inspetoria Regional Consolação-Pacaembu foi solicitada pelas adolescentes K.A.A. e V.R.S. ambas de 17 anos, que relataram que ao passar pela rua 7 de abril  altura do nº 199 em frente a agência do banco Itaú, área central de S.P, foram abordadas por um grupo de 4 indivíduos, que avançaram em sua direção, e sobre grave ameaça, subtraíram um aparelho celular de marca samsung  Em seguida ambas correram até achar a equipe da GCM, que após tomar ciência do ocorrido e com apoio das VTR’s P.70621 e G.20209 fizeram breve diligência, localizando os autores do delito deitados em colchões próximos ao local. Após busca pessoal, foi encontrado o celular das vítimas sob o colchão do autor F.W.P. de 18 anos, e juntamente com o ele estava também uma criança de 11 anos, que também foi reconhecida pelas vítimas com coautora do delito. Diante dos reconhecimentos e da rés furtiva, foi dado voz de prisão aos autores e encaminhados todos á central de flagrante 2º DP, onde o Dr. FÁBIO H. MATSUO ratificou a prisão e elaborou o B.O. 4450 de natureza roubo consumado artigo 157, e corrupção de menor, artigo 244 b, sendo F.W.P. recolhido à carceragem e a criança a um abrigo.
Participaram da ocorrência
GCM 1ª CLASSE DORIVAL
GCM 1ª CLASSE MOREIRA
GCM 2ª CLASSE DIRCEU
GCM 2ª CLASSE GILBERTO
GCM 2ª CLASSE OTÁVIO
GCM 2ª CLASSE MENEZES
GCM 2ª CLASSE MÁRCIO COSTA
GCMF 2ª CLASSE H. LOPES
GCMF 2ª CLASSE VIRGÍNIA MORAES
GCMF 2ª CLASSE PAULA COUTO